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Supermercado Santa Teresinha comemorando mais um aniversário

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Leandro Alves proprietário da rede de supermercados Santa Terezinha fez um breve discurso agradecendo em primeiro lugar a Deus, segundo a seus funcionários e por fim seus clientes.

Depois foi servido um imenso bolo alusivo a data, ao fundo para animar esse dia especial a Banda Di Freitas fez o show.

A rede Santa Terezinha conta  com quatro lojas, sendo a da Padre Godinho, Petrolar, Rua do Catu e  agora também no Barreiro.




A Loja da Padre Godinho onde aconteceu a festa, tem cerca de 1000 metros quadrados de área construída, conta com cerca de 120 funcionários, e o gerente continua o mesmo, o experiente e carismático Juarez, pessoa  muito  adorada por todos.



Além  do bolo foi servido também aos clientes cachorro quente, refrigerante, cuscuz recheado e outras guloseimas.



Em fim são 14 anos de Santa Terezinha, Léo  o rei da economia agradece a preferência. 





Marcus Aragão é  radialista com DRT 8212/BA

EXPERIÊNCIA SENSORIAL COM O LIVRO CANGALHA DO VENTO: RELATO DE UMA LEITORA

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Sou leitora compulsiva. Leio tudo que tenho à vista. Além dos livros, gosto de ler o mundo, as pessoas. Não entendo e não pretendo fazer crítica literária. O objetivo aqui é trazer a minha experiência sensorial, fruto da degustação prazerosa de um livro.

Ontem recebi o livro Cangalha do Vento, de autoria do meu primo Luiz Eudes, Luizinho, como costumo chamar. Logo que a primeira edição foi lançada combinamos de fazer um chá literário aqui em Salvador, na escola em que trabalho como coordenadora pedagógica do Ensino Médio. Teríamos uma tarde de autógrafos e uma roda de conversa. Mas, em tempos de pandemia, o projeto ficou engavetado. Ao saber da segunda edição do livro logo reclamei o meu. Não queria esperar o fim da pandemia para poder lê-lo. Assim, de imediato, como sempre, fui atendida. 

Iniciei a leitura no meu horário habitual, lá pelas 8 horas da noite. Costume que ensinei às minhas duas filhas. Como boa viciada em livros, começo por explorar a capa. A textura, as cores, a imagem, o tipo de letra, os textos da contracapa, o cheiro das páginas. Tudo desperta interesse.

Logo ao abrir o livro deparo-me com uma carinhosa dedicatória que remete aos nossos tempos de adolescência e a amizade que sempre houvera. Luizinho sempre foi um primo muito querido e dividimos muitas experiências literárias, mesmo em uma época na qual ler não era prioridade. Lembro-me que fui leitora do esboço do seu primeiro livro, quando eu ainda morava no centro da cidade, aqui em Salvador, faz mais de 25 anos. O escrito em páginas de papel ofício, recebido num envelope pardo, endereçado à prima Anna Lu, como ele me chama, à Rua Marujos do Brasil, bairro do Tororó. E por falar nesse esboço de livro, nem sei se foi publicado.

Bem, voltando ao Cangalha do Vento, leio a ficha catalográfica como faço ao ler qualquer livro. A capa é de Allan Oliveira, um outro primo. Allan e eu só nos tornamos amigos na vida adulta, através dos meus dois irmãos, Rodrigo e Gabriel. Uma pessoa generosa, inteligente e brincalhona. Allan é primo pela família materna e casou-se com Kathy, minha prima pela família paterna. Haja parentesco!

A revisão literária é do meu tio-amigo, Tom Torres, meu guru. Tom me iniciou nos prazeres da vida profana. Foi com ele que conheci o carnaval de Salvador, os shows nos barzinhos da Pituba, tomei “caldo” nas ondas da Praia da Paciência, no Rio Vermelho. Foi ele quem me ensinou a flertar com os rapazes, a usar os talheres à mesa, a gostar de ler até bula de remédio. Eu lia os seus contos recém saídos da máquina de escrever. E como ele mesmo conta, eu servia de termômetro. Uma espécie de crítica literária infanto-juvenil.

As ilustrações de Samuel Costa. Eu não o conheço, mas sei que é parente. Filho da prima Maria Helena, sobrinho da prima Zete. Ou seja, o livro Cangalha do Vento vai muito além de uma obra literária, é um Curriculum Vitae familiar.

Parabenizo a todos os envolvidos no projeto e publicação da obra. Barrabaz, que fez a revisão textual. Abimael Borges, que escreveu as orelhas do livro. Marcelo Torres, outro primo e amigo, pela escrita do pós-texto Cangalha das Memórias. Um texto primoroso. Pedro Marcelino, um amigo de longas datas. Que saudade das conversas com Pedro na época em que eu trabalhava na Casa da Cultura de Alagoinhas, como secretária de Iraci Gama! Pedro marcou presença no pós-texto da 2ª edição. Fábio Bahia, autor do Prefácio à Primeira Edição. Isa Ueda e Tonho do Paiaiá, também presentes no pós-texto. Não conheço Isa, e Tonho eu não conheço pessoalmente, mas, acompanho o trabalho nas redes sociais e sei que é amigo da minha família Torres. Vale considerar que fiquei encantada com o seu texto Maestria é Maestria. Uma escrita verdadeiramente poética.

Bem, continuando a degustação página a página. A Cangalha das Metáforas, traz uma breve elucidação sobre o título da obra e o contexto psicossocial retratado. Tom Torres dá um tom de ludicidade ao texto. Perfeito!

E, finalmente, na página 15, chega Luiz Eudes. Logo de início percebe-se, estampada claramente, a inspiração trazida por seu primo, meu tio, o imortal Antônio Torres, pioneiro na literatura sobre as temáticas da “Nossa” Terra, o Velho Junco. A exemplo de “Essa Terra”, de Antônio Torres, Eudes introduz com a temática da morte e o percurso da volta de um personagem num caminho inverso ao êxodo rural. A volta daquele que foi para São Paulo, como tantos outros, em busca de uma vida melhor, que ao perceber que a única mudança é a posição geográfica e a saudade da família e do lugar que o pariu, retorna.

Luiz Eudes desperta as minhas memórias afetivas. Aquelas que afetam tanto positiva quanto negativamente os registros do meu arquivo de experiências de referência. Uma experiência sensorial nostálgica. Por que me identifico tanto com os cenários e as experiências dos personagens? Talvez por ter vivenciado um pouco, ou muito, de tudo isso.

Reconheço alguns personagens, a exemplo de seu Durval, irmão do meu avô Irineu. Zé Grosso, dono do Clube Social que eu frequentava ao passar férias no Junco. Maria de Venâncio, cantora do coral da igreja que morava vizinha a minha avó Anita. Zé Dedão e Dona Lira e a pensão familiar localizada na praça da igreja. Zé da Perninha e sua Botica. Dentre outros. Um misto de realidade e ficção, talvez.

Bem, com o avançar das páginas e das horas o envolvimento com o livro só aumenta. Difícil parar de ler. E sigo. Penso que para mim e para qualquer leitor ou leitora que viveu ou vive no Junco a experiência com o livro seja mais intensa, visto que, a identificação é inevitável. O livro desperta o resgate de memórias olfativas e gustativas, como o cheiro e o gosto da castanha e do caju; memórias visuais que se relacionam com a emoção frequente de chegar ao topo da Ladeira Grande e avistar a cidadezinha encrostada no vale cinza ou verde, a depender da época do ano; memórias táteis ao sentir o calor provocado pelo sol escaldante dos dias, e a brisa fria noturna acarinhando os corpos; memórias auditivas dos causos sobre pessoas e fenômenos, como a seca e histórias de assombração, por exemplo. Enfim, muito mais do que um livro ou de um curriculum vitae familiar, Cangalha do Vento é um resgate interior de alguém que vive em mim e eu nem desconfiava.


Ana Lúcia Cruz

Educadora e psicopedagoga

ACONTECE NA CÂMARA

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Na sessão ordinária realizada última quinta-feira (26), na Câmara Municipal de Alagoinhas, foram mencionados pelos parlamentares alguns temas.


O vereador Thor de Ninha lamentou as mortes ocorridas recentemente: do ex-jogador de futebol e treinador argentino, Diego Armando Maradona, e de João Alberto (caso divulgado amplamente na mídia, que aconteceu no supermercado Carrefour), solidarizando com a família e amigos. 


Na sua fala pontuou: “Todos os atos que aconteceram no Carrefour mostram claramente de que forma que as pessoas olham o cidadão que tem a cor preta, diferentemente do cidadão que seja não negro. Então, é importante que a nossa sociedade possa discutir esse tema de forma clara, transparente, aberta e tentando vencer esse racismo estrutural que faz parte da estratégia do capitalismo pra se manter e pra manter uma classe subjugada em detrimento do crescimento, do desenvolvimento e do progresso econômico de uma outra.”


O vereador Pastor Lins teceu elogios ao trabalho desenvolvido pelo presidente Roberto Torres, ressaltando: “Eu sei que se o vice-prefeito da cidade tiver o espaço, como aqui foi colocado...Eu sei que aonde o presidente for colocado, com certeza se der liberdade para ele trabalhar - pela forma como ele conduziu essa casa e nos conduziu - eu tenho certeza que esse governo pelo menos nesse aspecto vai se dar bem.” 


A próxima sessão será realizada no dia 01 de dezembro, terça-feira, no horário regimental.


Ascom - Câmara Municipal de Alagoinhas

Foto - Kekeu Barret

Funcionário de funerária é demitido após tirar foto com o corpo de Maradona

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 O dono da funerária que preparou o corpo de Diego Maradona demitiu um funcionário que tirou e divulgou uma foto em que ele aparece ao lado do caixão aberto, tocando o rosto do astro do futebol argentino. 

A imagem circula em diversos perfis no Twitter e em grupos do WhatsApp. No registro, o funcionário, que não teve o nome divulgado, aparece fazendo sinal de positivo, com o caixão aberto, enquanto tocava o rosto de Maradona. 

Alimentos ficarão mais baratos em 2021, diz presidente do Banco Central

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O presidente do BC (Banco Central), Roberto Campos Neto, afirmou nesta quinta-feira (26) que os alimentos ficarão mais baratos em 2021. Segundo ele, a inflação desses produtos chegou a um pico e voltará a cair. 

Em entrevista ao SBT, o chefe da autoridade monetária também afirmou que não criticou o ministro Paulo Guedes (Economia) ao dizer que o Brasil precisa de um plano que demonstre preocupação com a trajetória da dívida pública para ganhar credibilidade. 

De acordo com Campos Neto, o efeito na inflação é temporário, motivado por fatores como a desvalorização do real e a injeção de dinheiro na economia com os pagamentos do auxílio emergencial. 

“Temos uma tendência mundial de alguns alimentos onde o preço foi transferido, que o preço internacional está caindo, então a gente entende que sim, alguns alimentos vão ficar mais baratos”, disse. 

“A inflação de alimentos, que chegou a um pico de 18%, vai voltar a cair. Dá para dizer, sim, que a parte de alimentação em domicílio tende a ter um ano melhor no ano que vem do que teve neste” afirmou. 

Na quarta-feira (25), após Campos Neto dizer que o país precisa de um plano que demonstre preocupação com a trajetória da dívida pública, Guedes rebateu. “O presidente Campos Neto sabe qual é o plano. Se ele tiver um plano melhor, pergunte a ele qual o plano dele, qual o plano que vai recuperar a credibilidade” disse. “O dia que a bolsa estiver caindo 50%, o dólar explodindo, aí vou dizer que falta credibilidade”. 

Na entrevista desta quinta, o presidente do BC disse que estava apenas ecoando uma preocupação que havia sido dita por Guedes, de que é importante respeitar o teto de gastos e não buscar saídas que gerem gastos permanentes. 

“Não era uma crítica. Eu estava, na verdade, ecoando uma mensagem que tinha sido propagada pelo ministro e pela área de economia, né? Nós temos um pensamento muito parecido”, afirmou. 

ESPLANADA: Nandinho da Serraria se reúne com maioria dos vereadores eleitos na noite dessa quinta.

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O prefeito eleito Nandinho da Serraria (PSDB) esteve reunido na noite dessa quinta (26) com o G10, grupo formado pela maioria dos 13 vereadores eleitos na corrida eleitoral de 2020. 


Estiveram presentes nesse encontro os vereadores Lúcio Mauro (PSB), Zelito Pimenta (DEM), Fafau de Flavinho (MDB), Val da Baixinha (PSDB), Eliana Campos (PSDB), André de Dongo (PSB), Zé da Praia, (PSDB), Pé de Gia (Podemos) Profª Alvirene (PV) e Robson de Zé Ramos (MDB).


“Esse é um momento de sentarmos para falar sobre os projetos futuros da construção de uma nova Esplanada, e também da harmonia que devemos construir entre o executivo e o legislativo. Foi uma noite amistosa, onde dialogamos sem a pressão de uma corrida eleitoral. Não existe gestão sem a participação efetiva do legislativo municipal e saio como uma impressão muito boa e democrática que cada parlamentar eleito e reeleito me passou”. Afirmou o prefeito eleito Nandinho da Serraria.


Segundo o vereador eleito Lúcio Mauro (PSB), o G10 também saiu muito satisfeito com a primeira reunião. “Foi um encontro democrático, onde todos puderam falar sobre as expectativas dos seus mandatos e o que esperam da gestão municipal, principalmente sobre os temas, geração de emprego, capacitação técnica entre outros que os colegas levantaram e o prefeito eleito foi bem sensível a cada tópico, que vai de encontro com os seus compromissos de governo”. Finalizou o vereador eleito.


Nandinho da Serraria deu uma entrevista nessa quinta (26) na Brisa Mar fm, onde reforçou em ser um prefeito para todos, independente de partido político. O prefeito eleito afirmou que a sua principal bandeira será a geração de emprego e renda e melhorar a oferta de serviços da saúde. 


Nandinho da Serraria foi eleito com uma votação história com 8.525 votos, totalizando 42,42% com uma diferença expressiva para o segundo e terceiro lugar.


ASCOM - Nandinho da Serraria

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