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QUAL A EXPLICAÇÃO PARA A EXISTÊNCIA DE DEBATES TÃO AGRESSIVOS ENTRE OS CANDIDATOS A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA?

Entre os dias 14 e 16 de outubro, o Brasil acompanhou os dois primeiros debates entre os candidatos, Dilma Rousseff, do PT, e Aécio Neves, do PSBD, realizados por duas das quatro maiores redes de televisão do país. Nos dois momentos evidenciou-se a tensão entre os postulantes ao maior cargo do Executivo federal, situação típica na reta final de uma campanha marcada por ataques, quase sempre abaixo da linha de cintura, ou seja, golpes nem sempre permitidos pelas regras do jogo, mas que infelizmente ainda são expedientes utilizados por aqueles que estão na disputa pelo poder político.

A opção sempre recorrente por ataques contra o adversário, não é algo novo na história da política brasileira. Basta lembrarmos-nos da atitude do candidato Fernando Collor de Melo, no último debate da campanha presidencial de 1989, primeira eleição para presidente da República, que vivemos após a ditadura militar, que governou o Brasil por exatos vinte anos. É impossível de se esquecer a postura do candidato do PRN frente ao candidato do Partido dos Trabalhadores, Luiz Inácio Lula da Silva, que praticamente deu adeus ao sonho de chegar pela primeira vez à presidência do Brasil, sendo “trucidado” por aquele que afirmava ser o “caçador dos marajás”.

Passados vinte e cinco anos ainda temos que assistir atitudes muito parecidas nos atuais postulantes ao cargo máximo da nação, transformando os debates em espaços que fazem inveja aos octógonos do MMA, politicamente falando, é claro. Os embates entre Dilma Rousseff e Aécio Neves, além da saraivada de denúncias sempre muito presentes, tem se tornado pouco propositivos, e marcados sempre pelo tom agressivo, o que tem animado muito pouca gente a assistir os debates restantes, certamente pautados que serão, por muito mais agressividade, em função da reta final do segundo turno.

A razão de tanta agressividade é porque existe um segmento considerável da nossa população que gosta do clima de ringue, onde os ataques mais viscerais parecem satisfazer a essa legião de homens e mulheres que vivem com a mesma “sensibilidade” dos expectadores do histórico Coliseu, na Roma antiga.

Nesse sentido temos muito que aprender com as lições designadas pela boa democracia, que requer maturidade política e mais serenidade dos seus admiradores e seguidores.

 

  

 




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