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 SELEÇÃO ALEMÃ FOI CAMPEÃ DENTRO E FORA DO CAMPO

Terminou no último domingo, dia 13 de julho, a Copa do Mundo de 2014, realizada em nosso país, evento que sem dúvida vai ficar marcado para muitos que se envolveram direta ou indiretamente com a competição de futebol mais cara do planeta, mas também, a mais rentável para os seus patrocinadores. Só para se ter uma ideia, podemos exemplificar o caso da seleção da Alemanha, que sendo a campeã do torneio, recebeu uma premiação de, nada mais nada menos, setenta e sete milhões de reais. O Brasil caso ficasse em terceiro lugar, receberia o prêmio de quarenta e oito milhões de reais, montante esse que é repassado pela FIFA e pelas grandes marcas responsáveis pela realização do referido evento esportivo.

Entre os pontos negativos, podemos nos referir sobre o papelão feito pela seleção brasileira, que mesmo sendo anfitriã do evento, primou-se pela falta de um planejamento que a coloca-se na final da copa, e ainda por cima, sofremos a derrota mais humilhante em toda a história das copas: sete a um da Alemanha, equipe que se sagrou campeã com todos os méritos, pois foi o selecionado que fez uma preparação de quase oito anos, desenvolvendo um trabalho interessante nas suas divisões de base, bancado pela Federação Alemã de Futebol, visando em médio prazo, à conquista da taça tão desejada.

E bom exemplo deixado pela mais nova tetra campeã mundial, não se limitou às quatro linhas do gramado, mas transcendeu aos trintas dias da realização do mundial no Brasil, pois sabendo da importância que tinha a Copa do Mundo para os alemães, o governo daquele país, em parceria com os patrocinadores da equipe de futebol da terra da primeira-ministra Ângela Merkel, construiu em apenas sessenta dias, um centro de treinamento no Sul da Bahia, equipado com todo o instrumental tecnológico necessário para uma preparação longe dos holofotes e da presença excessiva de populares, o que acaba interferindo numa preparação digna e eficaz de quem de fato quer sagrar-se campeão do mundo.

Por estas e outras razões temos que admitir que a Copa do Mundo de 2014 acabou ficando em boas mãos, pois seguramente foram mãos que trabalharam com seriedade e planejamento estratégico competente, sem perder de vista a alegria, componente fundamental na relação dos jogadores alemães com povo brasileiro, principalmente com os indígenas da região de Santa Cruz de Cabrália, na Bahia, que até pajelança realizou para que Alemanha se tornasse tetra campeã, em pleno Maracanã.

Para o Brasil fica o exemplo de que não se ganha um torneio de futebol com selfies e excessiva exposição midiática, mas acima de tudo com seriedade, equilíbrio emocional e muita determinação, fatores estes que entre os alemães, tinham até de sobra.

 




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