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LIÇÕES QUE PODEMOS OBTER COM A CRISE BRASILEIRA

Diante do que ainda vai se constituindo a partir das investigações nas diversas fases da operação lava jato, que parece não está próximo do seu epílogo, temos a certeza que o nosso país necessita de fato de uma revolução ética, onde as diversas instituições sociais (família, instituições religiosas e educacionais, entre outras), reassumam numa perspectiva contemporânea, a tarefa intransferível de formação dos seres humanos, não perdendo de vista aquilo que historicamente nos serviu como pilares para a edificação dos viventes sociais.

E nesse contexto de crise que tem provocado a mudança abrupta de humor em cada um de nós, afetados direta ou indiretamente pela ascensão do desemprego, da violência e da diluição dos direitos sociais garantidos constitucionalmente, se faz necessário reflexões que nos apontem caminhos mais condizentes com a conjuntura dos fatos, que prenunciam dias ainda muitos mais sombrios.

E tendo em vista a crise econômica que afeta a todos, qual deve ser a nossa postura/atitude, para que saibamos sair desses momentos, sem nos tornarmos novos números de obituários (vem crescendo de forma assustadora o número de pessoas acometidas por ataque cardíaco fulminante), prontuários dos hospitais ou dos registros dos complexos policiais? Mesmo sem desejar fazer aquilo que muitos chamam de receita de bolo, ou seja, prescrever normas a serem observadas por todos que vivem em sociedade, há que se ter minimante o cumprimento de alguns princípios cabíveis (acho mesmo que necessários), para que compreendamos a real dimensão da crise que atravessamos, para que dela saiamos um pouco mais sábios.

E dentre as várias atitudes que devemos ter, uma urge na dimensão das nossas práticas sociais, que é a de sermos mais conscientes e humildes na utilização dos recursos oriundos da natureza, tão maltratada nos dias atuais. Precisamos também nos preocupar em ostentar menos, pois a ostentação sempre nos distanciou daqueles (que são muitos em nosso país) que se encontram sem a perspectiva de serem atendidos nas suas necessidades mais básicas, seres que também tem o direito a dignidade humana.

A crise momentânea que atravessamos, pode, ao contrário do que pensam muitos, ser um estágio de fortalecimento da unidade entre os cidadãos e cidadãs, fazendo brotar uma consciência que nos ajude a perceber que humanidade rima mais com humildade, e não com a ostentação, malversação, corrupção e desperdício, práticas e atitudes essas que nos colocaram na real situação em que nos encontramos, e que oxalá saibamos dela sair, mais enriquecidos espiritualmente, portanto mais sábios, e acima de tudo, mais humanizados.

 




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