Falando Direito

Dr. Paulo Pinto
Como cidadão, que ancora-se na Constituição para
exercer o direito de livre expressão do
pensamento, sem retaliação ou preconceitos,
continuando ainda o processo de reflexão, nos
questionamos e publicamos tais reflexões com
NOSSA ÁGUA. Nos perguntamos quem tem a exata, se
impossível, a noção aproximada da quantidade de
água que está sendo diuturnamente retirada da
profundeza do solo para gerar a atual riqueza,
que gera emprego, renda, impostos, a
Administração capta recursos para atender as
necessidades da população.
A Água, cientificamente é finita. Qual o tamanho
do nosso sacrifício futuro com a riqueza do
agora?
O futuro a Deus pertence, poderemos dizer.
Poderemos dizer ainda que no futuro quem
enfrentar o problema que o solucione. Tudo é bem
dito, tudo pode até ser lógico. Mas,
registre-se, são assertivas irresponsáveis e
imponderadas.
O hoje se vive com as experiências do passado e
as projeções do futuro.
A única resposta que o futuro aceita que um “mea
culpa”. Errei; projetei equivocadamente.
O futuro não aceita fui omisso.
Governos e cidadão precisam se unirem em prol da
ÁGUA.
Que venham as indústrias. Quem venha o
progresso. Que o povo tenha emprego, renda,
administração com excelente capitação de
recursos e... trabalhe formas de mantermos no
futuro esse nível de desenvolvimento para as
novas gerações, que seremos nós através das
descendências.
Assim deixamos claro que nossas reflexões não
são contrárias ao progresso, mas adeptos do
desenvolvimento sustentável.
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